
O biólogo Roberto Gonçalves Machado, do Instituto Estadual de Meio Ambiente, constatou na manhã desta segunda-feira (31) a ocorrência do fenômeno considerado de grande proporção, depois de voar sobre a região da sub-bacia do Rio Negro. A pesca é proibida no local, por ser considerado um dos berçários de reprodução de peixes pantaneiros.
Técnicos do instituto comentaram que os sintomas são os mesmos registrados em outras ocorrências do gênero. Os peixes ficam agonizando com a cabeça fora de água em busca de ar, devido à falta de oxigênio na água. Essa deficiência é consequência do grande volume de cinzas produzidas pelas queimadas, que são levadas pelas enxurradas para o leito dos rios pantaneiros.
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