
Wagner ainda afirmou que a legitimidade de concorrer ao governo é sua. “A legitimidade é minha, mas o PMDB resolveu romper”. E cutucou o ex-ministro afirmando que ele só conseguiu o cargo por recomendação de seu governo. “O ministro baiano virou ministro, modestíssima parte, por recomendação nossa. Porque, evidentemente, ele passou quatro anos batendo no presidente Lula”, disse.
Por fim, o governador baiano disse que o duplo palanque não irá confundir o eleitorado, já que os projetos defendidos pelos dois pré-candidatos serão distintos. “Minha identidade com o projeto do presidente Lula é infinitamente menor do que do candidato do PMDB.” “Eu defendo do projeto político é a minha cara. Esse projeto, acho que não vai criar confusão na cabeça do povo”, opinou.
Wagner defendeu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não remete verba apenas para seus governos aliados e disse que não irá disputar com “ninguém o relacionamento com o presidente”, uma amizade que, segundo ele, já dura 32 anos. “Eu reparei, não é da cabeça do presidente Lula esse trabalho de só servir os amigos. É aí que eu remeti os métodos do ex-ministro do PMDB e atual candidato ao governo à modalidade antiga. Para ele, só se faz trabalho para os amigos, porque ele não traz para a Bahia, ele tenta fazer essa fatura sozinho”, disse.
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