Segundo o secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, as casas que estavam na encosta eram usadas como postos de observação e rota de fuga de traficantes da favela do Vidigal.
Operação teve de ser realizada num domingo, quando o movimento de veículos na Avenida Niemeyer - que liga o Leblon a São Conrado - é reduzido.
Notificação foi feita há dez dias
Cem homens do Controle Urbano, da Secretaria de Obras, da Comlurb, da Defesa Civil e das polícias Civil e Militar encheram caminhões com entulho das construções derrubadas. De acordo com o secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, as pessoas que ocupavam as casas foram notificadas há dez dias pela Defesa Civil.
“Tínhamos de agir rapidamente para evitar que outras casas fossem construídas. Trata-se de uma área onde ocorrem frequentemente desabamentos. Além do mais, é uma área de preservação ambiental. Há um inquérito, aberto três anos atrás, na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente (DPMA) sobre essa ocupação”, explicou o secretário.
Difícil acesso
Em determinados trechos, os funcionários que trabalharam na demolição das casas tiveram de usar uma corda para ajudar a descer a encosta.
Quem quiser denunciar construções irregulares, pode ligar para o Disque-Ordem (153) ou mandar um e-mail para queroordem@rio.rj.gov.br.
Em determinados trechos, os funcionários que trabalharam na demolição das casas tiveram de usar uma corda para ajudar a descer a encosta.
Quem quiser denunciar construções irregulares, pode ligar para o Disque-Ordem (153) ou mandar um e-mail para queroordem@rio.rj.gov.br.
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