Na véspera de fim de ano, os moradores já haviam avistado uma cena parecida. Nos dois casos, a tempestade não chegou a tocar o solo e nem provocou estragos significativos, mas assustou muitas pessoas.
De acordo com o climatologista Ronaldo Coutinho, fenômenos como este não são novidades na região. No mesmo bairro, 11 anos atrás, um tornado com ventos de mais de 100 km/h destruiu várias casas, derrubou paredes da igreja e deixou pelo menos oito pessoas feridas.
O climatologista afirmou ainda que, apesar de tornados serem comuns no Estado, o fato do fenômeno se repetir tantas vezes no mesmo local chama a atenção.
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